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Friday, May 05, 2017

Simple Minds 2017-05-05 Facebook Official, Some Words From Lisbon - A Night Overflowing With Energy

https://www.facebook.com/simpleminds/posts/1335299059883360

SOME WORDS FROM LISBON - A NIGHT OVERFLOWING WITH ENERGY.
(translated...)
 
http://canelaehortela.com/simples-minds-fizeram-reviver-euforia-dos-anos-80/

They opened with "New Gold Dream" and not a minute after stepping on stage, Jim Kerr was already giving a hand to an element of the audience. He knelt down, rolled the microphone in the air and realized that this would be an unusual acoustic concert. In the second minute of action, the singer walked out the side area of ​​the stage and into the enclosure by the access door to the audience. He came to greet his admirers! Never stop singing, allowed to hold and shoot for who approached him. He came along to the control room to greet people who were on the balcony and wave to the boxes and then returned to the stage.

The concert was held in great excitement, Jim Kerr thrilled the audience out of the chairs to dance. "See the Lights", "Glittering Prize", "Mandela Day" and "Chelsea Girl" were the themes that followed.

In between, the singer shared moments with the audience in a relaxed and fun approach. He began by making fun of his own Scottish accent thick as "the real James Bond, Sean Connery, you see?".

He then toyed with the huge chandelier hanging over the stage, only decorative element of the scenario. also recalled the first pass through our country in Cascais, a Peter Gabriel's opening concert. Between laughs, the singer said he made the drive from Glasgow to here. At the time, "was all drugs, it is now smothies and sushi-Pushi" ... he says.

Before "Stand by Love" explained that this idea of ​​doing an acoustic format emerged 20 years ago. "The idea took ...". The greatest fear of the band was that the result was a boring concert. Far from it, and this set is closer to pop rock, it continued with "Someone Somewhere in Summertime."

A more serene moment began with "Waterfront." This was followed by a tribute to David Bowie, during which called Gordy Goudie ahead, to sing "Andy Warhol". He spared no praise for the guitarist. He explained that, in the most difficult moments, Gordy always been there for the band. Then handed the microphone to Sarah Brown, voice choir, which ensured an interesting version of the original theme of Patti Smith's "Dancing Barefoot".

One of the issues that could not miss in the alignment was "Do not You Forget About Me." All accompanied feet. Arms air letter more than decorated. The party continued with "Sanctify Yourself" and gave a brief withdrawal of the band.

Returning for the encore, Jim Kerr respond to repeated requests for "Alive & Kicking". "Yes ... but we still want to sing some tunes other before." For "Promised You a Miracle" he calls KT Tunstall, the singer who secured the first part of the concert. KT also participated in the recording of the album Acoustic and Jim says that as soon as the singer went into the studio, "was she who dictated the rules."

No big surprise, but with genuine emotion, the night ended with "Alive & Kicking". Translation of an acoustic concert is for the Simple Minds, something that goes beyond the idea of ​​a room covered with candle lights.

It is a night to overflowing energy in you realize that they really like what they do and especially the contact with the public. The concert took place at the Coliseum, but the environment he felt was closer to the stage of euphoria.

Thursday, May 04, 2017

Simple Minds 2017-05-04 Canela & Hortelã, Simples Minds Fizeram Reviver A Euforia Dos Anos 80 (in portuguese)

http://canelaehortela.com/simples-minds-fizeram-reviver-euforia-dos-anos-80/

Simples Minds Fizeram Reviver A Euforia Dos Anos 80

Reportagem de Tânia Fernandes e António Silva
4 de Maio de 2017


Simple Minds

Quando pensamos num concerto acústico, imaginamos um ambiente intimista, luz fraca, plateia sentada a assistir atenta, sem grande movimentação. O que os Simple Minds demonstraram ontem, no Coliseu dos Recreios, desde o primeiro minuto, é que pode ser tudo isso, mas também uma grande festa.

Os Simple Minds são uma grande banda, que construiu uma sólida carreira. Encheram estádios e hoje, ao celebrar 40 anos de atividade, mantém a simplicidade e humildade de dar ao público toda a atenção e carinho que este espera de um grande artista (e poucas vezes recebe).

Abriram com “New Gold Dream” e nem um minuto depois de pisar o palco, Jim Kerr já estava a dar a mão a um elemento da plateia. Ajoelhou-se, rodou o microfone no ar e percebemos que este iria ser um concerto acústico invulgar. No segundo minuto de atuação, o vocalista saiu pela zona lateral do palco e entrou no recinto pela porta de acesso à plateia. Veio cumprimentar os seus admiradores! Sem nunca parar de cantar, deixou-se abraçar e fotografar por quem o abordou. Veio junto à régie cumprimentar as pessoas que se encontravam no balcão e acenar para os camarotes e só depois voltou para o palco.

O Coliseu estaria longe de estar cheio, ocupado por um público maduro. Antes de chegarem os cabelos brancos aos presentes, os Simple Minds foram a banda sonora de quem viveu nos anos 80. Alguns dos seus grandes êxitos foram hinos de verão, repetidos nas discotecas da moda.

O concerto decorreu em grande euforia, com Jim Kerr a empolgar a plateia a sair das cadeiras e a dançar. “See the Lights”, “Glittering Prize”, “Mandela Day” e “Chelsea Girl” foram os temas que se seguiram. Pelo meio, o vocalista partilhou momentos com o público numa abordagem descontraída e divertida. Começou por gozar com o seu próprio sotaque escocês cerrado, tal como “o verdadeiro James Bond, Sean Connery, estão a ver?”. Brincou com o enorme candelabro pendurado sobre o palco, único elemento decorativo do cenário. Recordou ainda a primeira passagem pelo nosso país, em Cascais, num concerto de abertura de Peter Gabriel. Entre risos, o cantor contou que fizeram a viagem de carro desde Glasgow até cá. Na altura, “era só drogas, agora é mais smothies e sushi-pushi”…diz.

Antes de “Stand by Love” explicou que esta ideia de fazer um formato acústico surgiu há 20 anos. “A ideia demorou…”. O maior receio da banda era que o resultado fosse um concerto aborrecido. Longe disso, e até mais perto do pop rock, continuaram com “Someone Somewhere in Summertime”.

Um momento mais sereno começou com “Waterfront”. Seguiu-se uma homenagem a David Bowie, durante a qual chamou Gordy Goudie à frente, para cantar “Andy Warhol”. Não poupou elogios ao guitarrista. Explicou que, nos momentos mais duros, Gordy sempre esteve lá, pela banda. De seguida entregou o microfone a Sarah Brown, voz do coro, que assegurou uma interessante versão do tema original de Patti Smith “Dancing Barefoot”.

Um dos temas que não podia faltar no alinhamento foi “Don’t You Forget About Me”. Todos acompanharam de pé. Braços no ar, letra mais do que decorada. A festa continuou com “Sanctify Yourself” e deu-se uma breve retirada da banda.

Ao regressar, para o encore, Jim Kerr responde aos insistentes pedidos de “Alive & Kicking”. “Já lá vamos… ainda quero cantar outras antes!”. Para “Promissed You a Miracle” chama KT Tunstall, a cantora que assegurou a primeira parte do concerto. KT participou também na gravação do álbum Acoustic e Jim conta que, assim que a cantora entrou em estúdio, “foi ela quem ditou as regras”.

Sem grande surpresa, mas com genuína emoção, a noite fechou com “Alive & Kicking”. A tradução de um concerto acústico é, para os Simple Minds, algo que extravasa a ideia de uma sala coberta de luzes de velas. É uma noite a transbordar de energia, em que se percebe que eles gostam mesmo do que fazem e principalmente do contacto com o público. O concerto teve lugar no Coliseu, mas o ambiente que se sentiu era mais próximo da euforia de estádio.

Sunday, July 10, 2011

30 Seconds to Mars, 2011-07-10 - Canela & Hortelã (in portuguese)

http://canelaehortela.com/optimus-alive-dia-3-com-concerto-de-30-seconds-to-mars-a-saber-a-pouco/

Optimus Alive: Dia 3 com concerto de 30 Seconds to Mars a saber a pouco

Domingo, 10 de Julho de 2011


Reportagem de Patrícia Vistas (texto) e Sara Santos (fotos)
No terceiro dia de Optimus Alive, mal pusemos pés no recinto e começámos logo a ouvir um burburinho de que qualquer coisa se passava no palco principal, não descurando, corremos para o palco Super Bock, pois estava a começar Angus & Julia Stone, dois irmãos australianos que se fazem acompanhar de uma banda (baterista, baixista e violoncelista).
Julia prova-nos que as meninas doces também sabem tocar guitarra freneticamente e teclados e trompete, um arraso esta miúda. Entre o agitado e o acústico, estes dois irmãos não pararamm de surpreender e o tema “Big Jet Plane” é cantado em coro, a tenda estava composta. Um concerto memorável, íntimo e a pedir uma repetição talvez numa sala como a Aula Magna.
Ainda sem alterações no palco principal, a preocupação era a segurança e por isso ainda não se sabia que horas iriam começar os concertos e quem subiria ao palco. Havia caras de pânico na multidão, estavam fãs sentadas na frente do palco desde as 15h00 para ver de perto o tão bonito Jared Letto com os seus 30 Seconds to Mars.
Voltámos à tenda do fundo, Fleet Foxes entraram em cena decididos a partir tudo, estavam eléctricos estes miúdos. Pela primeira vez em terras lusas, esta banda de Seattle apresentou temas como “Mykonos”, “Your Protector”, “White Winter Hymnal”, “Lorelai”, e terminaram com “Helplessness Blues”. Foi dos concertos mais energéticos e mágicos da noite, uma mistura que é sempre muito difícil de encontrar, mas que estes rapazes fazem tão bem.
Mas, o concerto da noite ainda estava por chegar, e quem sabe se não o concerto de todo o festival, Grinderman, liderado pelo fabuloso Nick Cave estava prestes a entrar em ação, no palco Super Bock (ainda sem notícias do palco principal e com fãs cada vez mais nervosos).


Nick entrou de guitarra em punho e ao primeiro acorde pôs todo o publico em êxtase, tocaram “Mickey Mouse and the Goodbye Man” com uma energia eletrizante, de arrepiar, uns verdadeiros animais de palco com uma astúcia brilhante. Nick sempre muito dedicado atirava-se para cima dos fãs, descia e subia ao palco, ora estava no meio da multidão ora estava em cena, ora estava de mãos dadas com os fãs pra a tocar guitarra num pedestal. Que senhor este Nick. Não podemos deixar escapar Warren Ellis, que na musica “Get it On”, a cantou deitado no chão, uma verdadeira excentricidade, um concerto único, uma espécie de transe, uma espécie de entrega.

As maiores explosões de rock ‘n roll passam-se quando são entoados os temas “Honey Bee”, ‘Kitchenette’, ‘No Pussy Blues’. De referir que este concerto foi o único no palco Super Bock que teve direito a encore, os fãs estavam determinados a não deixar escapar Nick Cave, e este correspondeu às suas expectativas, voltando e dizendo “Pronto, tocamos mais uma mas depois temos mesmo de ir embora!!!”, e assim foi. Obrigada Grinderman.
Já tarde da noite, começaram-se a ouvir burburinhos que dentro de pouco tempo subia ao palco, finalmente, 30 seconds do Mars, mas entrentato estava a começar Thievery Corporation que vieram abanar os fãs ao tom de reggae e ragga. Uma onda de relax para ir dançando e convivendo.
E no palco principal, finalmente entrava em cena Jared Leto e a sua banda – 30 Seconds to March, (o primeiro dos dois concertos que acabaram por se realizar no palco principal).
Cheio de pica e garra, Jared queria compensar os fãs por todo aquele atraso e toda a dúvida instalada. Ele queria fazer da nossa noite, “a melhor noite das nossas vidas” e bem tentou e bem se esforçou. Jared pegou no público, brincou, brindou, elogiou e cantou-lhe de coração. Mas, as más notícias estavam a chegar, o concerto teve de ser encurtado devido a todos os atrasos e problemas que ocorreram anteriormente, e um concerto que devia ter durado 2 horas, ficou-se pelos 40 minutos, para desagrado de tanta gente que esperava por este momento. Mas, não foi por isso que o concerto não esteve no seu melhor. Só lhe faltou mais tempo. Os singles foram cantados e entoados do início da multidão ao fim em “Closer to the Edge” e “This is War”, que pôs tudo aos saltos. No fim, não faltaram os confettis para dar cor ao todo aquele espetáculo. Foi bom, mas curto.

Esperava-se agora por Chemical Brothers, mas ainda tivemos tempo de ver a atuação de Slimmy, este artista do norte, tem uma excentricidade única, e sabe muito bem o que fazer com ela em palco. Com uma tenda meio vazia ainda fez os que o assistiam saltar e dançar.
E os Chemical Brothers entraram e parou o mundo, estávamos a assistir a um espectáculo de dança e foi assim de início ao fim. De levantar pó!
Após tanto desespero, tantas voltas, tantas perguntas, o terceiro dia estava finalizado.